Aumento da gasolina deixou brasileiros com o orçamento mais apertado em 2022

Entenda o motivo da variação intensiva dos preços da gasolina no Brasil, nesse ano.

Posto de gasolina
Aumento da gasolina pesou no bolso dos brasileiros

O aumento da gasolina assustou os brasileiros ao longo de 2022. Aumentos semanais noticiados a cada noite, gerou pânico na população. O orçamento já mais apertado, devido às altas de preço, precisou inserir o aumento de gasolina e gás no fechamento mensal.

Motoristas de aplicativo precisaram repensar quais corridas seriam possíveis serem feitas, já que os aplicativos demoraram a repassar um aumento aos associados desses serviços.

Gasolina mais cara. Essa tem sido uma das frases mais temida pelos brasileiros

Ficou mais caro encher o tanque em 2022
Aumento da gasolina tem sido campanha eleitoral

Gasolina mais cara em 2022. O brasileiro chegou a pagar mais de 8 reais no litro da gasolina. No início do ano do ano o preço médio pago era de R$6,68. Gasolina subiu mais de 69% de 2019 a 2022; de 2003 a de 2016, aumento foi de 72%.

Em janeiro de 2022, o preço médio da gasolina era de R$ 6,635, com o valor mais baixo encontrado pela agência sendo de R$ 5,489, enquanto o mais alto foi de R$ 8,029.

Porém até a segunda semana de maio, o valor médio da gasolina no Brasil foi de R$ 7,297, o que significa uma alta de exatos 9,97% desde o início do ano.

Por fim, na primeira semana de maio, o menor valor encontrado para gasolina entre os postos de combustível do país foi de R$ 6,199, enquanto o mais caro foi de R$ 8,599.

Dessa forma, no comparativo entre os cinco primeiros meses, fevereiro foi o único que registrou queda no valor médio, baixando de R$ 6,63, em janeiro, para R$ 6,60.

Por outro lado, o valor mais alto encontrado foi em março, com o litro da gasolina chegando a custar R$ 8,949 em postos do Brasil.

Aumento da gasolina chegou a consumir 41% no orçamento dos brasileiros

Refinarias estatais detém a maioria das distribuidoras no Brasil
Aumento da gasolina está atrelado ao câmbio

No Brasil, os combustíveis sofrem ainda com o aumento do dólar. Como o barril é cotado na moeda norte-americana, ele fica mais caro conforme o real fica mais fraco.

A Petrobrás é a principal fornecedora de combustível no país. Dessa forma, os preços praticados no Brasil, praticamente, são definidos pela estatal.

Desde 2016 a política de preços do petróleo busca igualar o preço da gasolina, na refinaria, com o valor internacional. Ou seja, o resultado dos altos valores são decorrentes da alta do dólar. Petróleo e Cambio, têm andado juntos.

Dessa forma, os brasileiros estão atrelados à variação do câmbio. Exceto, quanto o governo interfere nesses aumentos, zerando, assim, impostos.

Confira como foi o aumento da gasolina nos 5 primeiros meses do ano: 

  • Janeiro: Médio – R$ 6,635 / Mínimo – R$ 5,489 / Máximo – R$ 8,029
  • Fevereiro: Médio – R$ 6,600 / Mínimo – R$ 5,579 / Máximo – R$ 7,999
  • Março: Médio – R$ 7,012 / Mínimo – R$ 5,190 / Máximo – R$ 8,949
  • Abril: Médio – R$ 7,245 / Mínimo – R$ 6,099 / Máximo – R$ 8,599
  • Maio: Médio – R$ 7,297 / Mínimo – R$ 6,199 / Máximo – R$ 8,990

Por isso, as atuais campanhas eleitorais, tem prometido soluções para a alta da gasolina. Pois, para que haja uma mudança na política de preços, é necessária uma mudança na lei das estatais.

Sem isso, os brasileiros estão fadados a seguir os preços norte-americanos. Ou, como tem acontecido, ser regido por diminuições de impostos, que, desse modo, depende de definições políticas.

 


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